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Novos comandantes assumem as Polícias Militar e Civil do Rio - Editoriais - Band News FM

Segurança

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Novos comandantes assumem as Polícias Militar e Civil do Rio

Anúncio veio depois de três semanas

Por Pedro Amaral e Marcelly Setúbal, às 06/03/2018 - 22:35

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Laviano já atuou em diferentes áreas de segurança do Rio (Foto: Divulgação UPP (Foto: Divulgação)

Quase três semanas depois do início da intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, a Secretaria de Segurança anunciou mudança nos comandos das polícias estaduais. 

O coronel Luís Cláudio Laviano assume o cargo de comandante da Polícia Militar no lugar do coronel Wolney Dias. Já na Polícia Civil, o delegado Rivaldo Barbosa substitui Carlos Augusto Leba. Ambos estiveram à frente das corporações por 1 ano e cinco meses.  

O coronel Luís Cláudio Laviano foi Coordenador de Polícia Pacificadora e deixou o posto em fevereiro de 2016 para assumir como Inspetor Geral da Guarda Municipal do Rio. Laviano também comandou o Batalhão de Operações Policiais Especiais. 

O pesquisador do Laboratório de Análise de Violência da UERJ, Robson Rodrigues, comenta que Laviano deve aproveitar a inteligência e planejamento do BOPE para aprimorar o trabalho da Polícia Militar. 

Já Rivaldo Barbosa é conhecido pelo trabalho à frente da Divisão de Homicídios e trabalhou em casos notórios, como o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, na Rocinha, Zona Sul, em 2013.  

O delegado também foi o responsável pelo desenvolvimento e execução do plano operacional de inteligência dos Jogos Pan-Americanos Rio 2007 e já ocupou o cargo de titular da Subsecretaria de Inteligência. 

Em relação à Rivaldo, o pesquisador do Laboratório de Violência avalia de forma positiva a ida para o comando da Polícia Civil, uma vez que, segundo ele, o delegado já conhece os desafios da corporação. 

De acordo com a Secretaria de Segurança, o secretário Richard Nunes determinou que os novos comandantes das polícias do Rio priorizem a valorização profissional e forneçam um diagnóstico para as condições necessárias de trabalho, além de incrementar a integração entre as polícias e as forças de segurança, e fortalecer o Sistema Integrado de Metas. 

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