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Ato cobra que MP intervenha nas investigações do caso Marielle

O Disque-Denúncia recebeu 169 denúncias contendo informações sobre o assassinato

Marielle Franco foi morta a tiros no bairro do Estácio (Foto: Michael Verissimo)

No dia que antecede os três meses do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, a Anistia Internacional realizou um ato em frente ao Ministério Público, no Centro do Rio, pedindo uma atuação estratégica do órgão na investigação do caso. O movimento pede, ainda, que o MP monitore a atuação da Polícia Civil na apuração do crime.

De acordo com a Anistia, nada disso foi feito até o momento. Em três meses, pouco foi esclarecido sobre o caso pelas autoridades, que mantém o inquérito sob sigilo. A principal linha de investigação da Divisão de Homicídios é o de envolvimento de milicianos no crime.

Nesta terça-feira (12), o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro marcou para 19 de junho o julgamento de transferência para um presídio federal do miliciano Orlando de Curicica, apontado por um delator como um dos envolvidos na morte de Marielle e Anderson.

Ele está preso no Complexo Penintenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A defesa do ex-policial tenta impedir a transferência. Além dele, o vereador Marcelo Siciliano, do PHS, também foi apontado pelo delator como mandante do crime. Todos os acusados negam envolvimento.

O pai de Marielle, o seu Antônio Francisco da Silva, disse que a dona Marinete, mãe de Marielle ainda chora todos os dias. A arquiteta Mônica Benício, companheira de Marielle,

Por Michael Verissimo, às 13/06/2018 - 09:35

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